MM on GM


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No dia primeiro de junho, o Governo do Estados Unidos da América tornou-se o sócio majoritário do maior ícone do capitalismo no Século XX: a General Motors.

É natural que se pense em salvar a GM. Afinal, o que são 50 bilhões de dólares no meio de trilhões que estão destinados  salvar o mundo? A questão é  para que ? Esse foi o alvo de uma brilhante carta escrita pelo cineasta Michael Moore.

Gosto muito do Michael Moore, nem seria preciso dizer. Assisti mais de uma vez os documentários Bowling for Columbine, Fahrenheit 9/11 e o impressionante Sicko, em que ele revira a injustiça da cara, perdulária e pretensamente moderna medicina norte-americana. Gosto do humanismo com que ele trata invariavelmente temas tão diversos e gosto desse apego à idéia de Nação, de comunidade e coletividade, que anima muito de suas críticas. É esse partido que se repete na análise da derrocada da GM e orienta um profundo questionamento do modo de vida motorizado da sociedade americana e, por tabela, ocidental.

Leia o texto e pense: o que você faria se fosse dono da GM?

O texto traduzido segue abaixo. Quem preferir, pode conferir o texto original Goodbye, GM.

 

Adeus, GM

 

Escrevo isto na manhã do fim da uma vez poderosa General Motors. Por volta de meio dia, o presidente dos Estados Unidos terá tornado isso oficial: a General Motors, como nós a conhecemos,  foi destruída.

Estou sentado aqui no lugar onde a GM nasceu, Flint, Michigan, cercado por amigos e familiares que estão cheios de ansiedade sobre o que acontecerá a eles e à cidade. 40 % das casas e empresas da cidade foram abandonadas. Imagine como seria se você vivesse numa cidade onde quase uma de cada duas casas está vazia. Qual seria o seu estado de espírito?

É uma triste ironia que a companhia que inventou a “obsolescência planejada” – a decisão de fabricar carros que cairiam aos pedaços após poucos anos de forma que o freguês então tivesse de comprar um novo – se tornou agora ela própria obsoleta. Ela se recusou a fabricar automóveis que o público queria, carros que tivessem uma grande milhagem por litro de gasolina, que fossem tão seguros quanto possível, e extraordinariamente confortáveis de dirigir. Oh – e que não começassem a cair aos pedaços após dois anos.

A GM obstinadamente combateu as regulamentações de ambiente e segurança. Seus executivos arrogantemente ignoraram os carros “inferiores” japoneses e alemães, carros que se tornariam o padrão de ouro para os compradores de automóveis. E inescrupulosamente puniu sua força de trabalho sindicalizada, podando milhares de trabalhadores por nenhuma razão senão “melhorar” o resultado a curto prazo da corporação. Começando nos anos 80, quando a GM estava extraindo lucros recordes, ela moveu incontáveis empregos para o México e para toda parte, assim destruindo as vidas de dezenas de milhares de americanos que trabalhavam duro. A luzidia estupidez dessa política era que, quando eles eliminavam a renda de tantas famílias de classe média, quem eles achavam que iria ter dinheiro para comprar seus carros? A História relembrará esta asneira da mesma forma que agora escreve sobre a construção da Linha Maginot pelos franceses, ou como sem deixar pistas os romanos envenenaram seu próprio sistema de água com o letal chumbo em seus aquedutos.

Então, aqui estamos nós no leito de morte da General Motors. O corpo da companhia ainda não esfriou, e eu descubro que estou cheio de – ouso dizer – alegria. Não é a alegria da revanche contra uma corporação que arruinou a minha cidade natal e trouxe miséria, divórcio, alcoolismo, despejos, debilitação física e mental, e vício em drogas às pessoas junto às quais cresci. Nem eu, obviamente, clamo qualquer alegria em saber que mais 21 mil trabalhadores da GM serão informados de que, também eles, estão sem emprego.

Mas você e eu e o resto da América agora possuímos uma montadora de carros! Eu sei, eu sei – quem na terra quer dirigir uma fabricante de carros? Quem entre nós quer que US$ 50 bilhões sejam enfiados nesse buraco de ratos para ainda tentar salvar a GM? Sejamos claros sobre isso: a única forma de salvar a GM é matar a GM. Salvar nossa preciosa infraestrutura industrial, contudo, é outra questão e deve ser uma alta prioridade. Se nós permitirmos o fechamento e desmantelamento das nossas fábricas de automóveis, nós iremos desejar ardentemente que ainda as tivéssemos quando compreendermos que essas fábricas poderiam ter construído os sistemas de energia alternativos que nós desesperadamente necessitamos agora. E quando compreendemos que o melhor modo de nos transportarmos é através de monotrilhos, trens-bala e ônibus mais limpos, como faremos isso se tivermos permitido que nossa capacidade industrial e sua força de trabalho especializada desapareçam?

Assim, já que a GM está sendo “reorganizada” pelo governo federal e pela corte de bancarrota, aqui está o plano que eu estou pedindo ao presidente Obama para implementar pelo bem dos trabalhadores, das comunidades da GM, e da nação como um todo. Vinte anos atrás quando eu fiz “Roger & Eu”, eu tentei advertir as pessoas sobre o que esperava a General Motors à frente. Tivesse a estrutura de poder e seu corpo de sabichões escutado, talvez muito disso poderia ter sido evitado. Com base na minha experiência de estrada, eu solicito uma consideração honesta e sincera das seguintes sugestões:

1. Exatamente como o presidente Roosevelt fez após o ataque a Pearl Harbour, o presidente deve dizer à nação que estamos em guerra e que devemos imediatamente converter nossas fábricas de automóveis em fábricas que construam veículos de transporte de massa e de dispositivos de energia alternativa. Dentro de meses em Flint em 1942, a GM interrompeu toda a produção de carros e imediatamente usou as linhas de montagem para fabricar aviões, tanques e metralhadoras. A conversão não levou tempo algum. Todo mundo arregaçou as mangas. Os fascistas foram derrotados.

Nós estamos agora em um tipo de guerra diferente – uma guerra que nós temos levado a cabo contra o ecossistema e que tem sido conduzida por nossos próprios líderes corporativos. A guerra atual tem duas frentes. Uma com quartel-general em Detroit. Os produtos feitos nas fábricas da GM, Ford e Chrysler são algumas das maiores armas de destruição em massa responsáveis pelo aquecimento global e derretimento da nossa calota polar. As coisas que chamamos de “carros” podem ser divertidas de dirigir, mas são como um milhão de adagas no coração da Mãe Natureza. Continuar a fabricá-los levaria somente à ruína das nossas espécies e de muito do planeta.

A outra frente nessa guerra está sendo desencadeada pelas companhias de petróleo contra você e eu. Elas estão empenhadas em nos ludibriar sempre que podem, e têm sido administradoras temerárias da quantidade finita de petróleo que está localizada sob a superfície da Terra. Elas sabem que estão sorvendo até deixar completamente seco. E como os magnatas da madeira do início do século XX que não davam a mínima para as futuras gerações conforme derrubavam cada floresta em que pudessem meter as mãos, estes barões do petróleo não dizem ao público o que eles sabem ser verdade – que há apenas umas poucas décadas mais de petróleo utilizável neste planeta. E conforme os dias finais do petróleo se aproximam, fique pronto para algumas pessoas muito desesperadas dispostas a matarem e a serem mortas apenas para pôr as mãos em um galão de gasolina.

O presidente Obama, agora que tomou controle da GM, necessita converter as fábricas aos novos e necessários usos imediatamente.

2. Não enfie outros US$ 30 bilhões nos cofres da GM para fabricar carros. Ao invés disso, use o dinheiro para manter a atual força de trabalho – e a maioria daqueles que foram demitidos – empregados de forma que possam construir os novos modos de transporte do século XXI. Permita que eles comecem o trabalho da conversão agora.

3. Anuncie que nós teremos trens-bala cruzando este país nos próximos cinco anos. O Japão está celebrando este ano o 45º aniversário do seu primeiro trem-bala. Agora eles têm dezenas deles. Velocidade média: 165 milhas por hora. Tempo médio de atraso de um trem: abaixo de 30 segundos. Eles têm esses trens de alta velocidade há quase cinco décadas – e nós não temos um único! O fato de que já exista a tecnologia para irmos de Nova Iorque a L.A. em 17 horas de trem, e que nós não a usemos, é criminoso. Vamos contratar os desempregados para construir as novas linhas de alta velocidade pelo país inteiro. De Chicago para Detroit em menos de duas horas. Miami para DC [Washington] em menos de 7 horas. De Denver para Dallas em cinco horas e meia. Isso pode ser feito e feito agora.

4. Dê início a um programa para pôr linhas de trens leves de massa em todas as nossas cidades grandes e médias. Fabriquem esses trens nas fábricas da GM. E contratem as pessoas das localidades para instalar e dirigir esse sistema.

5. Para as pessoas nas áreas rurais que não são servidas por linhas de trem, faça as fábricas da GM produzirem ônibus limpos e com eficiência de energia.

6. Por enquanto, faça algumas fábricas produzirem carros híbridos ou totalmente elétricos (e baterias). Vai levar alguns anos para que as pessoas fiquem acostumadas aos novos modos de transporte, então se vamos ter automóveis, façamos com que sejam mais suaves e gentis. Nós poderemos estar fabricando no próximo mês (não acredite em alguém que lhe diga que levará anos para readequar as fábricas – isso simplesmente não é verdade).

7. Transforme algumas das fábricas vazias da GM em instalações que produzam moinhos eólicos, painéis solares e outros meios de formas alternativas de energia. Necessitamos de dezenas de milhões de painéis solares já. E há uma força de trabalho zelosa e habilitada que pode fabricá-los.

8. Garanta incentivos fiscais para aqueles que viajam em carros híbridos, ônibus ou trem. Também créditos para aqueles que convertam seus lares à energia alternativa.

9. Para ajudar a pagar por isso, imponha uma taxa de dois dólares sobre cada galão de gasolina. Isto ajudará as pessoas a mudar para mais carros economizadores de energia ou para o uso das novas linhas de trem e dos vagões que os antigos trabalhadores das montadoras terão construído para eles.

Bem, isso é um começo. Por favor, por favor, por favor não salve a GM de forma que uma versão menor dela simplesmente vá fazer nada mais que fabricar Chevys ou Cadillacs. Isso não seria uma solução de longo termo. Não atire dinheiro ruim numa companhia cujo cano de escapamento funciona mal, fazendo com que um odor estranho encha o carro.

100 anos atrás este ano, os fundadores da General Motors convenceram o mundo a desistir de seus buggy a cavalo, arreios e chicotes, para tentar uma nova forma de transporte. Agora é hora de que digamos adeus ao motor a combustão interna. Ele nos serviu bem por um longo tempo. Nós desfrutamos de dar um pulo de carro para tomar uma soda-limonada no A&W. Nós transamos no assento da frente – e no de trás. Vimos filmes em grandes telas ao ar livre, fomos às corridas do Nascar pelo país, e vimos o oceano Pacífico pela primeira vez através da janela abaixada na Hwy1 [auto-estrada da Califórnia]. E isso acabou. É um novo dia e um novo século. O presidente – e o UAW [sindicato dos trabalhadores das montadoras] – devem captar este momento e criar uma grande porção de limonada deste limão muito azedo e triste.

Ontem, a última pessoa que sobreviveu do desastre do Titanic se foi. Ela escapou à morte certa naquela noite e seguiu em frente para viver até os 97 anos.

Então, nós podemos sobreviver ao nosso próprio Titanic em todas as Flint Michigans deste país. 60% da GM é nossa. Eu acho que podemos fazer um trabalho melhor.

Do seu,
Michael Moore

Publicado por

biavati

Sociólogo, escritor, palestrante e consultor em segurança no trânsito, promoção de saúde e juventude.

11 comentários em “MM on GM”

  1. Acho que o Brasil poderia seguir a sugestão … eu não sou famosa e nem fiz filme, mas sempre critiquei a nossa frota de caminhões que acaba com as estradas (cujo pedágio ficou exorbitante), encarece o preço final dos produtos e compromete a segurança dos demais usuários. Mas nunca havia pensado no custo ecológico. Achei perfeito!

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  2. Como é difícil enxergar! Moore tem esse defeito(?) que nos ajuda é claro, e que põe muita luz sobre os problemas, sobretudo os americanos. Muita luz também provoca cegueira! Tomara que eles encontrem uma saída para as muitas pessoas atingidas pela crise que nos remete a uma nova ordem do capital.
    Amábile Pacios

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  3. Olá, Maria Silvia!

    Bom reencontrá-la aqui!
    Vivemos tempos de INsustentabilidade dos nossos modos de vida e isso inclui, em nossa história, o domínio absoluto dessa matriz rodoviária para o transporte de cargas. Foi uma escolha política de um momento histórico deteminado – não era, nem é, a única opção. O que se fez de nossas ferrovias? O que nunca se fez de hidrovias? Acho importante resgatar os (des)caminhos históricos que nos trouxeram até o momento presente e, mais ainda, ousar pensar “fora da caixinha”, para além das possibilidades imediatas que se apresentam. Esse é o valor de Michael Moore.
    Grande abraço,

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  4. Cara Amábile,

    É examente essa capacidade de iluminar as questões que me atrai há tanto tempo no trabalho de Michael Moore. Ele tem esse dom de suspender os consensos a que vamos nos acostumando mas é claro que ele faz isso sempre do SEU ponto de vista. Não há nenhuma pretensão à neutralidade ou à isenção – como nunca há de quem quer que seja, por mais nobres e “científicos” que sejam os argumentos em disputa. É essa revelação crua dos interesses e de seus disfarces sofisticados que mais impressiona nos filmes de Moore. Ele TEM um partido e é sempre HUMANISTA. É isso que eu mais admiro. Quem sabe não estejamos começando a assistir a emergência de uma nova ordem? Por que não? Os poderosíssimos sindicatos de trabalhadores tornaram-se sócios majoritários tanto da GM como da nova FIAT-CHRYSLER… Quem sabe?

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  5. Não entendo profundamente de carros, e pouco sobre economia mundial, mas como cidadã que lê e procura estar informada, reconheço que nas grandes mudanças empresarias, especialmente em crises financeiras, são os trabalhadores que acabam sofrendo as consequências dos atos impensados e/ou mal administrados dos gestores (e governo?)…

    P.S Eduardo Biavati, assisti sua palestra no work shop (COMJOVEM – Salvador maio/2009), e não tive a oportundade de parabenizá-lo pela excelente apresentação. Acredite, passei a ser uma admiradora do seu trabalho. Você é um excelente profissional!

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  6. Olá, Nush,

    Obrigado pelos elogios. Eu gostei muito da palestra no workshop. Tem sido uma oportunidade especial falar para os gestores desse setor tão importante, mas também tão sensível à violência e aos riscos do trânsito.

    É isso mesmo: a corda sempre rói do lado mais fraco. Mas dessa vez o lado mais fraco tornou-se um dos donos da corda. Quem sabe a história caminha diferente dessa vez? Essa é a provocação inteligente do texto do Michael Moore. Vamos ver no que dá.

    Abraço,

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  7. A-DO-REI a indicação do texto. O momento é mais que oportuno para refletir um assunto que já atual há décadas. Todo esse teor econômico, político e ambiental do texto me fez refletir ainda mais sobre o caos do trânsito. Um caos que ajudamos a criar quando desistimos de lutar por um transporte público de qualidade e buscamos o veículo próprio.

    Iniciamos (Perkons) negócios no Peru há dois anos e a experência de ver o caos do trânsito de Lima e distritos próximos é inexplicável: uma frota antiga, sem cuidados mínimos com a manutenção dos veículos (longe de qualquer política de inspeção veicular), cuja própria frota do transpote público de passageiros (ônibus, mototaxis, taxis) é sucateada. Raros os veículos em que se encontra um cinto de segurança para colocar. Há muito o que evoluir. Será preciso MUITA vontade política para fazer o que certo… no Peru, no Brasil, nos EUA…

    Abraço.

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  8. Olá, Maria Amélia,

    Obrigado, mais uma vez pela participação. Estamos nos tornado parceiros aqui e, também, no website da Perkons.

    A Perkons é uma empresa paranaense que desenvolve tecnologia para segurança no trânsito em muitas cidades do país e, mais recentemente, em diversos países da América Latina. A tecnologia nunca chega sozinha, no entanto, na prática da Perkons – ela é um meio de difusão de uma cultura de paz e proteção da vida no espaço urbano. É o que se vê nos vários projetos de educação com crianças e jovens apoiados pela Perkons e no espaço sempre aberto para a multiplicação de conhecimentos e idéias.

    Como você bem diz, Maria Amélia, o texto do Michael Moore tem esse poder de conectar idéias e surpreender o pensamento. Esse desvendamento é uma arte. E é isso que torna ainda mais aguda a percepção da nossa realidade e da realidade de nossos hermanos latinos… Escolhemos e deixamos escolher a situação que aí está – como podemos mudá-la? Podemos enfrentá-la individualmente? Ou estamos diante, mais uma vez, de novas escolhas políticas, coletivas?

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  9. Olã, Caro Irmão,

    Este é meu primeiro contato com voce atraves do blog.

    Ja esta fazendo mais de 20 anos desde que deixei o brasil e surpreendendemente o Brasil passou a ser um pais do futuro, com muitas promessas e um economia que hoje em dia esta mais estavel do que aqui na inglaterra. Tem bilhoes de dolares ai nos cofres do banco do brasil guardados e seguro para um eventual crise mundial.

    Mas a verdade e’ que o governo e o atual presidente pouco se importa com a populacao,com as estradas e com a pobreza que existe por todo brasil.

    As mortes nas estradas do brasil nao se devem à bebida ou imprudência no volante do carro ou caminhão: é por pouca ou nenhuma vontade do governo em mudar esta situação.

    Estamos a espera de alguem que realmente se importe com a vida de todos, especialmente com os milhoes de pobres e desabrigados ai no Brasil.

    Quem sabe um dia a democracia prevalece.

    Beijos, Nando

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  10. Oi, Nando!!

    Que boa surpresa essa visita! Valeu pelo comentário.
    Já que estamos falando de tränito e vontade política, conte numa próxima oportunidade qual é sua avaliação das campanhas do THINK! O que as pessoas comentam? Você acha que a mensagem chega ao público-alvo?

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  11. Boa noite, trabalho na Escola Prática educativa de Trânsito/DER/PR. Representante da Parkons, e autoridades peruanas visitaram a nossa Escola assistiram o nosso teatro onde sou uma das integrantes, o que mais chamou atenção dos peruanos foi um personagem que utiliza a bicicleta. Essas autoridades sentiram a necessidade de implantar no seu pais a importância da conscientização dos ciclista de estar equipados para andar nas ruas. Essa parceria da Parkons com a Escola Prática Educativa de Trânsito, parabéns de estar implantando os nossos conhecimento para outro País.

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