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Humanos


Nem carros revirados

Nem casas fulminadas

Nem usinas derretendo

N A D A

é mais doloroso do que o sofrimento dos idosos japoneses

© Eduardo Biavati e biavati.wordpress.com, 2008/2011.

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Publicado por

biavati

Sociólogo, escritor, palestrante e consultor em segurança no trânsito, promoção de saúde e juventude.

4 comentários em “Humanos”

  1. Olá, Maria de Fátima,

    Bemvinda ao blog!

    Muito bom saber que ele pode inspirar a reflexão, conectar as informações, multiplicar conhecimentos.
    Não é possível ficar mesmo alheio ao que está acontecendo tão longe… e tão perto.

    Participe sempre! Abraço,

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  2. Biavati,

    Logo após o terremoto você já chamava a atenção sobre o impacto que o fenômeno causaria na população idosa local. Seguem dados atuais para reflexão:

    Notícia do Portal G1, de 11/04/2011:

    “Idosos eram mais da metade dos mortos no tsunami, diz jornal japonês.

    “Mais da metade das pessoas que morreram no tsunami que devastou regiões da costa nordeste do Japão no dia 11 de março tinha 65 anos de idade ou mais, informou neste domingo (10) o jornal “Asahi”, que analisou dados preliminares divulgados pela polícia sobre a catástrofe.

    “Os investigadores checaram a idade de 7.935 pessoas mortas pela onda gigante, cujas identidades foram confirmadas até a última quinta-feira, e perceberam que 4.398 delas, ou 55,4%, tinha mais de 65 anos, segundo o jornal.
    (…)
    “Antes da catástrofe, as pessoas de idade avançada representavam 25% da população desta parte do país.
    (…)
    `”Muitas morreram quando o tsunami passou, porque provavelmente não tiveram tempo de fugir ou talvez porque não conseguiam se movimentar sem ajuda”, estimou o Asahi.´

    Marcos Evêncio.

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  3. Olá, Marcos,

    Veja só que coisa mais triste!! Eu tinha percebido isso desde que começaram a circular as primeiras imagens… depois que as águas baixaram vi algumas que mostravam corpos, ainda sob cobertores, no meio das casas reviradas pelas águas. Os bons velhinhos japoneses passaram décadas treinando meticulosamente, se preparando para as catástrofes que um dia viriam. Mas elas vieram tarde demais, quando milhares já não conseguiam mais ter forças para se salvar. Muito triste.

    Isso mostra, por outro lado, que às vezes uma boa observação da realidade, um olhar humano mais afiado e, sobretudo, um compromisso verdadeiro com a ação valem muitas vezes mais do que o detalhamento numerológico das “evidências”. O caso da inação quanto aos motociclistas é um bom exemplo disso: sabemos pouco, é verdade, os dados são insuficientes, é verdade, mas podemos fazer muito já, agora, é bem verdade.

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