O tempo de uma década

11 de maio de 2020

Seremos menos aguerridos, haverá menos crianças nas ruas, talvez menos ruas do que veículos, mais mulheres do que homens, muitos idosos a cuidar.

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Uma segunda chance: Adolescentes e Saúde

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O que precisamos fazer para proteger nossos adolescentes?

A Organização Mundial da Saúde acaba de colocar na rede um grande relatório global interativo sobre a saúde do 1 bilhão de adolescentes no planeta.

Do que morrem nossos jovens? VIOLENCIA NO TRANSITO, o que mais poderia ser? Essa é a 1a causa de morte de adolescentes e, sem novidades, os meninos são desproporcionalmente atingidos, com mais de três vezes a taxa de mortes das meninas

Beber e dirigir, excesso de velocidade, hiperdistração, insegurança de pedestres e ciclistas: ninguém precisa reinventar a roda para proteger nossos jovens, mas há um roda que desconhecemos no Brasil: a habilitação graduada pode reduzir drasticamente os riscos Continuar lendo Uma segunda chance: Adolescentes e Saúde

Michelin Best Driver 2014 – a conversa com os universitários

Em 2014, o Programa Michelin Best Driver, uma iniciativa inédita do Grupo Michelin, dirigido ao público jovem universitário, contou com a consultoria técnica do sociólogo e a participação em todos os talk-shows que percorreram 15 universidades em oito capitais do país.

O Programa Michelin Best Driver integrou o formato de palestras à dinâmica de uma competição pelo melhor comportamento no trânsito, medido objetivamente por tecnologia de telemetria instalada nos carros dos universitários. Mais do que o repasse de conhecimento, portanto, a experiência promoveu, de fato, a mudança real de condutas que puderam ser quantificadas e a multiplicação da idéia de que juntos podemos salvar milhões de vidas.

Educar para a segurança nas ruas: um projeto para os novos tempos da mobilidade urbana

Essa tem sido uma aventura particular nos últimos tempos – e que aventura não se torna deliciosa ao lado do Ziraldo? Educar para o trânsito ficou pequeno ao lado de quem educa para a rua e para a cidade inteira. Eis o projeto que criamos com a Editora Melhoramentos.

transito.escola-2014-para png.011Para saber um pouco mais, visite a página dedicada ao projeto.

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Somos todos um só, e tão diferentes

Captura de tela 2014-05-29 09.24.14“Educação para o trânsito” é uma daquelas raríssimas certezas absolutas que compartilham leigos e técnicos, cidadãos comuns e gestores públicos. Sem ela como construir uma cultura de paz e conquistar um trânsito mais equânime, saudável e seguro? Continuar lendo Somos todos um só, e tão diferentes

o poder da força maior

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Na semana que passou, o Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) comunicou aos interessados o cancelamento da cerimônia de premiação do XIII Prêmio DENATRAN de Educação no Trânsito.

Que chato! Que decepção! Essas coisas acontecem, infelizmente. Pior mesmo é engolir o mistério, o cala-boca, o não-dou-satisfação, tudo resumido no “motivo de força maior”.

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As pessoas lidam bem com fenômenos que lhes escapam à compreensão – um terremoto, por exemplo, a força incalculável de um tornado, a destruição larga de um rio que sai de suas margens depois de forte temporal. Mas a “força maior” é o que exatamente? A força maior é a que tem mais poder? Ela é maior do que? De onde provêm?

Seria bom saber, eu acho que seria respeitoso desvendar. Sempre quis saber o que se esconde por trás da “força maior”. Faltou dinheiro? Pronto, é só dizer, tão simples; as pessoas ficariam igualmente decepcionadas, mas engoliriam o choro, e acabou.

Então, diante do silêncio e dos mistérios da “força maior”, entabulamos, eu e um grande amigo, uma conversa digital:

força maior ou competência menor?

– repare como tudo é relativo: a força maior pode ser uma força pífia, a depender da resistência (e da força, portanto) que se lhe opõe.

mas quem faz resistência, cara pálida?

– como assim? não teve resistência? nenhuma? não acredito! há de ter havido alguma! a força somente se faz maior diante da resistência menor. Sim! Houve resistência, não duvido.

sou mais pela resilência… Uma palavra que anda na moda e que tem muitos significados. Na psicologia, li que ser resiliente é o indivíduo que tem a chance de tomar uma atitude que é correta mas não o faz por medo do que isso possa ocasionar.É saber lidar com a pressão. Ou não, como diria Caetano…

– a resiliência tem a ver, também, com uma capacidade de SUPERAÇÃO DE LIMITES, de reinvenção, de fazer “das tripas, coração”, de “renascer das cinzas”, de “dar a volta por cima”. Acabei de consultar a Wikipedia, muito útil, que diz que “resiliência é um conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse etc. – sem entrar em surto psicológico“. Ah bom! 

Não é qualidade de qualquer um, nem de qualquer instituição, cá entre nós.