O tempo de uma década

11 de maio de 2020

Seremos menos aguerridos, haverá menos crianças nas ruas, talvez menos ruas do que veículos, mais mulheres do que homens, muitos idosos a cuidar.

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Uma segunda chance: Adolescentes e Saúde

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O que precisamos fazer para proteger nossos adolescentes?

A Organização Mundial da Saúde acaba de colocar na rede um grande relatório global interativo sobre a saúde do 1 bilhão de adolescentes no planeta.

Do que morrem nossos jovens? VIOLENCIA NO TRANSITO, o que mais poderia ser? Essa é a 1a causa de morte de adolescentes e, sem novidades, os meninos são desproporcionalmente atingidos, com mais de três vezes a taxa de mortes das meninas

Beber e dirigir, excesso de velocidade, hiperdistração, insegurança de pedestres e ciclistas: ninguém precisa reinventar a roda para proteger nossos jovens, mas há um roda que desconhecemos no Brasil: a habilitação graduada pode reduzir drasticamente os riscos Continuar lendo Uma segunda chance: Adolescentes e Saúde

Maranhão assombroso

488798796_0a01413dd9_oO Maranhão escorre por toda a Federação, se espalha pelo Pará, invade o Piauí, corre Araguaia abaixo, tinge a soja goiana, molha o sertão baiano, invade as chapadas do Mato Grosso, desagua em Brasília e além, não se iludam. O Maranhão é aqui, dentro de cada veia.

Baladeiros paulistanos

Alo! Alo! galera da segurança no trânsito

Nova pesquisa do CEBRID/UNIFESP (Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas) afirma que mais da metade dos baladeiros paulistanos que vão a casas noturnas em sampa tem por objetivo ficar bêbado.

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Tanta gente bêbada não teria muito critério em escolher um motorista sóbrio, confere?

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Sim, confere, tanto entre os marmanjos como entre as marmanjas da hora: 6 entre 10 baladeiros afirma que já foi carona de condutor embriagado na saída das baladas.

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Deveríamos ficar surpresos?

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RELOADED: o “Estadão”, sem demagogias

Visto durante anos como símbolo de liberdade e de status, o automóvel passa por lento desmanche de prestígio, especialmente nas grandes cidades.

Como pode sentir-se LIVRE e DIFERENCIADO o proprietário de um veículo que permanece engaiolado durante horas nos gigantescos congestionamentos de trânsito; que está sujeito a RESTRIÇÕES EXASPERANTES de circulação, como os rodízios e os corredores exclusivos de ônibus impostos pelo prefeito paulistano, Fernando Haddad; e que se sente VÍTIMA DE UMA INDÚSTRIA IMPLACÁVEL DE MULTAS?”

Celso Ming, dando singela e cristalina lição de coesão editorial, hoje, no Estadão

* ênfases adicionadas pelo autor desse post

um cipoal no meio do caminho

Captura de Tela 2013-10-18 às 11.52.42Entre a vontade política de realização e a execução de fato há um cipoal de dificuldades

afirmou o Ministro dos Transportes, César Borges, filosofando sobre os R$ 7 bilhões que deveriam ter sido investidos pelo DNIT na melhoria da rede rodoviária federal em 2013, mas que, coitados, ficaram enrolados e inúteis nos corredores do Poder e dos tribunais.

Se bem me lembro, porém, o nome disso não é cipoal. Uma coisa é dispormos de R$ 7 bilhões quando seriam necessários verdadeiramente 14 bilhões para modernizar as estradas federais e assegurar um padrão mínimo de segurança para todos os usuários. Outra bem diferente é dispor de R$ 14 bilhões e chegar a outubro do presente exercício sem ter conseguido empenhar metade do orçamento.

Gostaria muito de saber se na metade do orçamento que escapou do cipoal estão garantidos os 1.520 radares de velocidade do “Plano Nacional de Controle da Velocidade”, que haviam sido prometidos, em setembro de 2012, para entrarem em funcionamento até dezembro de 2013, ao custo de R$ 800 milhões aproximadamente. E aí? Estão todos em uso, nenhum em uso, alguns ao menos?

Motoristas do Brasil: a segurança está nas suas mãos; nem tentem duvidar.