Para falar da violência no trânsito. Lições from “down under”

Como se mede o tamanho da violência no trânsito? Pelas perdas humanas de cada colisão ou atropelamento: quantificamos os mortos e os feridos. É uma conta que deveria somar zero, ao menos a conta dos mortos, mas está sempre muito longe disso, indicando nossa incapacidade de controlar um fenômeno altamente previsível e, sobretudo, de transformar a realidade que gera o fenômeno.

A bem da verdade, temos conseguido algum avanço. Desde 2004, não somamos menos do que 35.000 mortes por ano no trânsito no Brasil, Continuar lendo Para falar da violência no trânsito. Lições from “down under”

Anúncios

The Fun Theory

E se pedíssemos aos jovens para fazerem educação para o trânsito, ao invés de remexermos a velha caixa de ferramentas e torturar as idéias em busca de uma campanha vencedora?

A educação para o trânsito é uma prática cinquentona – um monólogo que lida muito pouco e muito mal com o Século XXI. O que seria dela sem o folder, essa obra-prima centenária do comércio e do marketing??! As pessoas não imaginam o gasto monumental de energia de equipes inteiras de educadores de trânsito para produzir folderes e congêneres. Mas, para quê ?

Os educadores dizem frequentemente que os jovens “falam outra língua“, “vivem em outro mundo“, que tudo que “entra por um ouvido, sai pelo outro“, mas deveriam prestar atenção a seus próprios lamentos. Talvez não sejam os jovens que não nos Continuar lendo The Fun Theory