Transporte público e saúde: nexos sistêmicos

Alo! Alo! Gestores públicos do Brasil!

Já que é sempre mais fácil ler APENAS o que interessa e descartar o que não convém, vou repetir, antes da leitura, o que o entrevistado diz 3 vezes:
Quanto mais espaço dedicado ao transporte público eficiente e rápido, ESPAÇO PARA CICLISTAS E PEDESTRES, menos carros, menos acidentes, menos poluição do ar, mais atividade física durante a vida diária e consequentemente mais saúde“.

Transporte público é bom mas não basta se a cidade inteira humilha os pedestres e escanteia seus ciclistas. Continuar lendo Transporte público e saúde: nexos sistêmicos

um gráfico, toda a tragédia

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Mais de 53 mil pessoas são assassinadas por ano e as vítimas tornaram-se cada vez mais jovens. O perfil desses jovens, vítimas dos vários tipos de mortes violentas, é em sua maioria homens, pardos, com 4 a 7 anos de estudo, mortos nas vias públicas, por armas de fogo. Esse é um dos dados que consta no estudo Custo da Juventude Perdida no Brasil, de autoria de Daniel Cerqueira, diretor de Estado, Instituições e Democracia do Ipea.

O estudo indica que a morte prematura de jovens devido às violências custa ao país cerca de

R$ 79 bilhões a cada ano

que correspondente a 1,5% do PIB Nacional. Cerqueira alerta que não só mortes com armas de fogo foram dignas de destaque, a taxa de óbitos em acidentes de trânsito envolvendo jovens aumentou em 44,6% na última década.

Eu mudo, o trânsito muda?

Enquanto assistia à nova campanha do Ministério das Cidades, lembrei de uma pesquisa publicada em 2009 pelo jornal Folha de São Paulo que trata do entendimento que os brasileiros têm do que é corrupção e do que é ético e moralmente correto.

A campanha se chama “parada” e convida-nos a desarmar o automatismo de nossas vidas no trânsito para, então, pensarmos sobre como somos incoerentes eticamente – sempre prontos a apontar o “erro” dos Continuar lendo Eu mudo, o trânsito muda?