Nossa “Long Short walk” | em defesa da segurança dos pedestres

A Long Short walk é uma atividade divertida com um objetivo sério de promover a SEGURANÇA DOS PEDESTRES – tema da Semana Mundial de Segurança no Trânsito da ONU, de 6 a 13 de maio.

A ideia é simples: convocar pessoas para uma pequena caminhada, com cartazes dizendo ?Estou caminhando para/por… (complete com o motivo da sua caminhada ? p. ex. : ?…um trânsito mais humano/ respeito aos pedestres etc.?). Pode ser uma caminhada para a escola ou trabalho, o seu passeio favorito, ou ao comércio próximo.

Foi o que fizeram os alunos do 7o ano da Escola Benedito Mattarazo, da rede municipal de São José dos Campos/SP na tarde de 7 de maio. A escola é participante de um projeto sensacional de protagonismo para a segurança no trânsito (o “Escola Amiga do Trânsito”) da Prefeitura de São José dos Campos. Foi dia de caminhar para o auditório e assistir uma palestra sobre fragilidade do corpo, responsabilidades compartilhadas e ATITUDE, aprendendo a defender o direito `a vida.

© Eduardo Biavati e biavati.wordpress.com, 2008/2013.

Uso não autorizado e/ou publicação desse material, em qualquer meio, sem permissão expressa e escrita do autor do blog e/ou proprietário é estritamente proibida. Trechos e links podem ser utilizados, garantidos o crédito integral e claro a Eduardo Biavati e biavati.wordpress.com e o direcionamento apropriado e específico ao conteúdo original.

Licença Creative Commons
Esse trabalho está licenciado sob Creative Commons Atribuição-Vedada a criação de obras derivativas 3.0 Unported License.

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Vale por tudo

Olá Eduardo,

Tenho a imagem de sua primeira chegada em Jundiaí gravada na minha memória, como também boa parte da palestra que assisti. Desde então não deixei de observar o trânsito com suas sutilezas, principalmente sobre minhas as atitudes e procedimentos e das outras pessoas também. Pricipalmente eu nunca mais deixei de usar cinto no banco de trás rsr.

Acompanho algumas de suas postagens no Face, no blog e confesso: você é muito bom no que faz. Não só pelo seu jeito espontâneo e certeiro de falar com os ouvintes ou pelo conhecimento que tem e é notado a cada frase e exemplo, mas pela importância de seu trabalho para a vida das pessoas: crianças, jovens e adultos deste país.

Admiro você pela sua trajetória de vida profissional, pela sua insistente crença de que podemos mais na educação das crianças e jovens, e consequente diminuição de vítimas.

Tenho algumas pessoas que considero imprescindíveis para as mudanças deste país, que fui conhecendo no caminho dessa estrada da educação. Você certamente é uma dessas pessoas.

Parabéns pelo trabalho.

Parabéns pela palestra.

Parabéns pela dedicação.

Parabéns pela construção de tanto conhecimento e por seguir irrigando seus conhecimentos sobre segurança e cuidados de cada um.

Professora Claudete, Jundiaí, Março 2012

© Eduardo Biavati e biavati.wordpress.com, 2008/2013.

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Comendo poeira. Breve história de como a poupança atropelou a segurança no trânsito

ParsatavillageNo dia 22  de dezembro de 2010, 189o da Independência e 122o da República, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um Decreto instituindo a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) com a finalidade de:

“promover a educação financeira e previdenciária e contribuir para o fortalecimento da cidadania, a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores”.

É claro que ninguém notou o ato derradeiro porque estávamos preocupados demais com festas, comes e bebes e a renovação de ilusões natalinas de harmonia e paz entre os homens. Além disso, todo mundo sabe que finzinho de mandato é sempre assim: assina-se qualquer coisa, concede-se quaisquer bondades, agrada-se gregos e troianos, num velho jogo de apagar da luzes e alguma vantagem futura.

O ato presidencial guarda, no entanto, alta significação ideológica e política que não deveria passar em branco. Ao menos entenderíamos Continuar lendo Comendo poeira. Breve história de como a poupança atropelou a segurança no trânsito

Retratos do risco quando jovem

Em 2009, o Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) promoveu um ciclo nacional de palestras dirigidas aos jovens. Essa foi a terceira ação do projeto Trânsito Consciente, que se iniciou com a produção de 20 filmes tratando de diversos temas do trânsito e tomou a forma de um caderno distribuído às milhares de escolas e aos alunos em todo país.

As palestras envolveram cerca de 5.300 estudantes do Ensino Médio das redes pública e particular de seis Continuar lendo Retratos do risco quando jovem

Vocês sabem com quem estão falando? Hábitos e Riscos dos jovens no Brasil

O fim do ensino fundamental é uma festa. É uma despedida de uma demorada infância. Aos 14 anos todo mundo sabe o que quer e do que gosta; escolhe o que come e o que veste – bom, ao menos pensa que sabe e que escolhe, e isso basta para encher a boca e dizer: “a vida é minha”!

É uma época sensacional, para arrepio de professores e pais. Os adultos que sabem tudo, ou pensam que Continuar lendo Vocês sabem com quem estão falando? Hábitos e Riscos dos jovens no Brasil

Habilitação graduada. A versão brasileira

Foi publicada hoje pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) uma entrevista sobre a proposta (PLS 110/03) de alteração do Código de Trânsito, de autoria do Senador Aloizio Mercadante (PT-SP), proibindo os motoristas com menos de um ano de habilitação, e que, portanto, possuem apenas a Permissão para Dirigir de dirigir em rodovias e estradas.

A matéria tramita no Senado há 6 anos. Não é assunto novo nem é invenção nacional. A idéia é restringir o usufruto da habilitação para controlar a mistura explosiva das altas velocidades do ambiente rodoviário com a inexperiência do jovem motorista. Ao invés de uma concessão plena para dirigir, a proposta de uma habilitação graduada.

A seguir a íntegra da entrevista: 

Agência ABCR – O senhor defende ou critica a mudança que pode ser incluída no Código de Trânsito Brasileiro proibindo o condutor de pegar o volante nas rodovias durante o primeiro ano de habilitação? Essa medida seria realmente capaz de diminuir a quantidade de acidentes nas rodovias do País?

Eduardo Biavati – Entre 15 e 25 anos, o jovem brasileiro morre por agressões de arma de fogo ou por acidentes de trânsito. Nada mata mais nesse período da vida e é nele que encontraremos o maior contingente de incapacitados físicos do país. Esse é o tempo, também, em que a quase totalidade dos jovens adquire a primeira habilitação e inicia uma vida de direção veicular. Será mera coincidência que o primeiro ano de habilitação seja marcado por um alto risco de envolvimento em acidentes rodoviários e urbanos?

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